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Contrastes
por Leonardo Stamillo

Teatro Nacional em Pequim. Também conhecido como "Ovo" ou "Nave espacial".


A muralha em Badaling.


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Nunca aceite o primeiro preço de um vendedor chinês, nunca!
Por Leandro Mota



Leonardo Stamillo comprou um tabuleiro de xadrez por 100 RMB (o preço inicial era de 400 RMB).
Leandro Mota comprou um souvenir por 10 RMB (o preço inicial era de 80 RMB).

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Aprenderam com a gente...
Por Leandro Mota

“Há pouco mais de 20 anos, a China ensaiava seus primeiros passos na fabricação de veículos, enquanto o Brasil estava muito mais adiantado nesse setor. Em 1994, um grupo de 20 executivos e engenheiros da Volkswagen do Brasil chegaram (sic) a Xangai para ensinar os chineses a fabricar seu primeiro carro de passeio estrangeiro, o modelo Santana. (...) A Volkswagen formou uma joint venture meio a meio com a estatal chinesa SAIC (Shangai Automotive Industry Corporation) visando fabricar carros para o incipiente mercado chinês. Como na Alemanha a Volkswagen já utilizava muitos robôs na linha de montagem, achou-se que a melhor escola para a filial chinesa seria a Volkswagen do Brasil, que tinha técnicos especializados e um método de produção menos automatizados. Os primeiros carros montados na China também tinham muitos componentes vindos do Brasil.” *



Hoje a China é o segundo maior fabricante de carros do mundo (nove milhões de unidades em 2007). O Brasil, que “ensinou” os chineses a fabricarem os veículos, produziu um terço disto no mesmo período.

* Do livro “A China explicada para brasileiros”, de Wong K. Shin, da editora Atlas.

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Imagens
Por Carlos Eduardo Eboli

A chama olímpica de Pequim já foi apagada, mas faço questão de dividir com vocês mais algumas imagens desta nossa aventura na maior competição esportiva do mundo e num lugar inesquecível.

A China nos ensinou muitas coisas e mostrou que apesar de tantas diferenças culturais é possível buscar um entendimento e abrir sorrisos sem preconceito. No fundo, no fundo, somos todos iguais. A emoção de defender uma pátria é única.

Não somos atletas, mas nos sentimos como tais. Colhemos imagens que jamais saírão das nossas retinas, seja como jornalistas ou torcedores.

O orgulho de uma pátria

Vale tudo para aparecer

Menina encantadora

Esta foi a medalha que mais me emocionou. O vôlei feminino precisava dessa conquista. Registrei a vibração contida e isolada do Técnico José Roberto Guimarães e não resisti em tirar uma foto com a jogadora Fabi e a tão sonhada medalha de ouro.


Se não fosse esta senhora, o que seria do nosso café da manhã de todos os dias. A dona desse mercadinho não falava uma vírgula de inglês e a nossa comunicação era engraçadíssima. Ela em chinês e nós em português. Nunca deu problema, afinal de contas, a mímica é universal.

Os 20 dias de maratona olímpica em Pequim foram tão desgastantes que até o urso chinês ficou cansado.


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Muros de Pequim
por Leonardo Stamillo

A China quer mostrar ao mundo a imagem de um país desenvolvido e próspero. Ergueu prédios e estádios gigantescos. E também construiu muros.

Eles têm pouco mais de dois metros de altura e se estendem por longos quarteirões. O suficiente para esconder aquilo que a China não quer mostrar. Favelas e terrenos abandonados, com mato alto, de terra batida, são camuflados por muros brancos, pintados com motivos olímpicos e com o tema da competição: “Um mundo, um sonho”, que, nesse caso, chega a ser irônico.



Neste exemplo, na região do Mercado das Pérolas, sudeste da cidade, o muro acabou bloqueando a entrada de vários estabelecimentos comerciais. Para não impedir o acesso dos consumidores, pequenos trechos da parede foram derrubados.



Quando os Jogos acabarem os muros vão cair. E Pequim voltará a ser Pequim.


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Quase que essa bola caiu
por Marcos Guiotti


A medalha de bronze deu mais alguns dias para Dunga e Jorginho no comando da seleção. Tem gente apostando que dia 10 de setembro será o fim da era Dunga no comando da seleção.

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Dupla de ouro
Por Leandro Lacerda

Ouro no salto em distância, Maurren Maggi comemora com o técnico Nélio Moura. Ela se tornou a primeira brasileira campeã olímpica em modalidades individuais.



Abaixo, a carta que Maurren escreveu para o técnico e para a amiga Tânia antes da prova.



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Sem noção
Por Leandro Lacerda

Depois de um início tímido, os cambistas, agora, na reta final, atacam com força em diversos pontos de Pequim. No metrô, pelas ruas, em qualquer lugar. Em um post anterior, Marcos Guiotti fotografou a ação dos cambistas que tentavam vender ingressos para o jogo Brasil x Argentina, no futebol masculino. O fato é que os eles perderam, definitivamente, o medo da polícia.

Em uma ação ousada, um integrante da organização dos Jogos, definitivamente uniformizado e com credencial, resolveu ganhar um dinheiro extra e deu uma de cambista na porta do Estádio Ninho de Pássaro, onde acontecem as provas do atletismo. Eu passava na hora.



A preocupação com o problema é tamanha que os responsáveis pelos jogos já espalharam várias placas nas imediações de algumas instalações alertando que a revenda de ingressos é crime passível de punição de acordo com as leis locais.



Mesmo com a prisão de mais de cem cambistas, a verdade é que a polícia está perdendo, e feio, este jogo.

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Não deu
Por Leandro Lacerda

Com 2,06 metros, o americano Dalhausser parou a dupla Márcio e Fábio Luiz no vôlei de praia e levou o ouro ao lado de Rogers. O bronze ficou com Ricardo e Emanuel.


Da esquerda para a direita: Fábio Luiz, Márcio, Emanuel e Ricardo

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Com o chapéu dos outros
por Leonardo Stamillo

Os torcedores chineses e a delegação feminina de futebol da Alemanha comemoraram muito ontem no Estádio dos Trabalhadores.

Os primeiros, vibraram com a derrota do Japão para a Alemanha, que ficou com o bronze. Vaiaram as japonesas o jogo inteiro. Foi constrangedor. Prova da mágoa histórica que os chineses têm do Japão.

Mesmo assim, terminada a partida, as japonesas foram aos quatro cantos do campo para cumprimentar os torcedores.



As jogadoras alemãs, depois da final entre Brasil e Estados Unidos, celebraram ainda mais o bronze. A vitória dos Estados Unidos foi uma espécie de vingança para a Alemanha, eliminada pelas brasileiras.

E a nossa festa? Quando será?




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Tirem as crianças da sala!!!!
Por Carlos Eduardo Eboli (com a colaboração do cameraman Marcos Guiotti)

Resolvi pagar a promessa, antes do fim dos Jogos. Nesta quarta-feira, me deparei com o tradicional espetinho de escorpiões na feirinha de Wanfunging, no centro de Pequim, e decidi encarar a iguaria chinesa.

A barraca também oferecia espetinhos de cigarra e larvas, mas fiquei concentrado apenas nos escorpiões.

Antes de verem o vídeo abaixo, gostaria de ressaltar um detalhe: os escorpiões estavam vivos e foram mortos pelo óleo quente da fritura.



Sinceramente, não tem gosto de nada. Parece uma casquinha salgada. Com uma cervejinha até que cai bem.

Estão servidos?

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Samba argentino
Por Leandro Mota

Sempre que a seleção brasileira vence uma partida importante, os jogadores saem do vestiário fazendo festa, batucando e sambando ao ritmo de pandeiros e tantãs. Os argentinos também! Só que eles improvisam...



Tamanha felicidade tinha um motivo: eles vão disputar a medalha de ouro! Se bem que jornalistas japoneses estão na dúvida quanto ao objetivo dos argentinos. Cada jogador que passava pela zona mista se deparava com o dilema...



Nós escolhemos o bronze! Ou não...

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Impressões de Xangai
Por Leandro Mota



Durante 24 horas estive em Xangai para acompanhar a partida entre Brasil e Alemanha pela semifinal do torneio feminino de futebol. Curiosidade mata e lá fui eu conhecer a maior e mais populosa cidade do país (13,5 milhões de habitantes). Com pouco tempo disponível, não tive duvidas: meu destino seria Pudong, na margem oeste do Rio Huangpu. Trata-se do bairro “novo” de Xangai, totalmente urbanizado na década de 90. A intenção era transformá-lo no símbolo da potência chinesa, em pleno principal centro industrial e comercial da nação (um em cada 20 dólares do PIB é gerado na cidade, também responsável por um quinto das exportações do país – uma alta de 500% desde 92). Conseguiram! O que mais se vê por lá são prédios gigantescos, construções ousadas e obras, obras, obras, obras... (inclusive um edifício de 94 andares).


Montagem com edifícios de Xangai. Ao centro a torre mais alta da Ásia, a Shanghai Oriental Pearl TV Tower. Ela atrai três milhões de visitantes por ano.

A cidade tenta ser diferente de todas as outras: enquanto a capital Pequim atrai turistas pelo acervo histórico (templos, palácios, etc), Xangai aposta nas “atrações ocidentais”, como uma torre de 468 metros e aquários com apresentações estilo “Disney World”.



Até mesmo o sistema de transporte se distingue dos de outros lugares. Ao comprar o bilhete do metrô, você precisa escolher a estação de destino. Estranho para nós, comum para eles!



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Jogão
Por Leandro Lacerda

Brasil x Brasil no vôlei de praia é certeza de jogão. Márcio e Fábio Luiz venceram com sobras. Os atuais campeões olímpicos Ricardo e Emanuel não resistiram. Vejam o último ponto da partida.



Em um blog anterior postei um pedido "estranho" do Márcio. Ricardo deu a resposta.



As duas duplas se respeitam e muito. Tanto que Fábio vai fazer questão de pedir algumas dicas a Ricardo e Emanuel para a disputa do ouro.



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Eu, os taxistas e o futebol
por Leonardo Stamillo

O que eu vou dizer ao motorista quando pegar um táxi hoje?



Mesmo sabendo poucas palavras em inglês ele vai tentar me perguntar de onde eu sou. Quando conseguir explicar que sou do Brasil, ele vai dizer todo animado: “Ahn, Brasil! O país do futebol!”

Depois do chocolate (os três a zero) e o papelão (os pontapés) de ontem, o que eu vou responder ao meu amigo chinês?

“Não, somos apenas o país dos jogadores de futebol”?

“Não, somos o país do vôlei”?

“Não, somos o país do nadador mais rápido do mundo”?

“Sim, somos o país do futebol. Do futebol feminino”?

Pensei nestas quatro opções, mas acho que não vou tentar explicar, não. Ia ser tão difícil quanto foi explicar a dois jornalistas da Alemanha, ainda no estádio, a falta de controle emocional dos jogadores brasileiros que partiram para agressões.

Temos mais quatro anos de fila. Tem que ser tudo diferente. Ou vai ser como sempre.


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O que você quer beber?
Por Carlos Eduardo Eboli

Como se não bastasse a estranha gastronomia chinesa com espetinhos de escorpiões, cigarras e outras coisas mais, agora, descobri que para acompanhar essas iguarias podemos nos servir de licor de sapo ou de formiga.

Se quiser algo afrodisíaco, os chineses têm um vinho de pênis de veado. Isso mesmo!!! Eu não estou brincando. Dizem, inclusive, que o tal vinho funciona como um tremendo potencializador sexual. Uma espécie de VIAGRA.

E eu que achava que já tinha visto de tudo, por aqui.

Antes que vocês me perguntem, já vou adiantando que eu ainda não bebi e nem comi nada disso.

Ainda não, mas aguardem!!


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Surpresa Chinesa
Por Marcos Guiotti

Não é que os chineses e os voluntários olímpicos descobriram o dia do meu aniversário e prepararam uma festa surpresa no café da manhã. Com direito a flores, bolo, champanhe e a sopa da fartura que garante vida longa. Teve discurso, em inglês lógico, com direito a uma saudação em chinês. Fiquei emocionado.

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Pedido estranho
Por Leandro Lacerda

Após garantir vaga nas semi-finais do torneio masculino de vôlei de praia, Márcio, da dupla com Fábio Luiz, revelou que fez um pedido "estranho" para Ricardo, da dupla com Emanuel, durante um dos encontros deles na Vila Olímpica.



Já imaginou se a moda pega?

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A Muralha da China é americana!
por Leonardo Stamillo

Kerri Walsh é a muralha do vôlei de praia. Líder isolada no aproveitamento de bloqueios: 25 em 6 jogos. A vítima de hoje foi a dupla brasileira Talita e Renata. As americanas venceram os 12 sets disputados até agora.

As brasileiras bem que tentaram. Mas, como disse Renata logo após o jogo, para derrotar Walsh e May só em um dia perfeito. E isso não aconteceu hoje. Vamos lutar pelo bronze.



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Vamos dar uma volta no Ninho?
por Leonardo Stamillo

Ele é tão bonito quanto confortável. A estrutura de metal que imita gravetos forma uma "casca" por fora do estádio. Fiz estas fotos e o vídeo na noite do último sábado. A lua também estava espetacular, como você vai ver no vídeo.


A "casca" do estádio


A estrutura vista do corredor interno




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MERCADO NEGRO
Por Marcos Guiotti

Os cambistas fazem a festa vendendo ingresso do jogo Brasil x Argentina. Eles estão por todos os lados. Principalmente nas estações do metro. Agem livremente como no Brasil. O ingresso de R$ 80,00 está custando R$ 1.000,00.

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Máta du Basííííí!
Por Leandro Mota (em Xangai)

Quatro horas da tarde. Em 120 minutos começa a semifinal do torneio de futebol feminino, entre Brasil e Alemanha. Os torcedores já começam a chegar ao estádio. Um chinês descobre que naquele vagão do Metrô tinham dois brasileiros. Com ingresso na mão, imediatamente ele itenta uma aproximação (registrada abaixo). Xangai dá as boas-vindas a nossa seleção.



A surpresa foi ouvir "Marta" e não Ronaldinhos, Robinho ou Kaká... Ele sabia muito bem o que estava indo ver no Estádio Olímpico de Xangai.

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Ele tem a força...
por Leonardo Stamillo



A força, a precisão, a garra...

O que Nadal não tem?

Não tinha a medalha de ouro. Agora até isso ele tem.

O chileno Fernando Gonzalez bem que tentou. Mas não foi o bastante. Quem pode parar o espanhol? Federer em boa fase. E olhe lá...




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Irretocável
Por Carlos Eduardo Eboli

A vítima deste domingo foi a Itália. A seleção feminina de vôlei está atropelando.

O que era para ser um jogo equilibrado, acabou sendo mais uma partida para uma seleção que, por enquanto, não tomou conhecimento dos adversários. Contra as italianas, até então invictas na competição, as brasileiras conseguiram a quinta vitória, na fase de classificação, por 3 sets a zero.

O técnico José Roberto Guimarães não esconde a satisfação e anda rindo à toa.

Nem parece uma olimpíada, por enquanto. Está tudo muito fácil.

Será que, desta vez, o ouro inédito pinta?



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Choque cultural
Por Leandro Lacerda

Na China, o simples ato de ir ao banheiro já pode representar um choque cultural. No National Indoor Stadium, sede da ginástica, muitos banheiros foram construídos segundo a tradição local.



Durante as inspeções, o comitê de vistoria determinou que os banheiros fossem adaptados para o modo "ocidental". Reparem que o vaso sanitário foi colocado sobre a cerâmica já existente e o rejunte foi feito de modo improvisado.



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Psiiiiiiiiiu!
Por Leandro Mota



Esquisito, estranho, chato! Assistir a uma partida de futebol na China é tudo isso e mais um pouco. Em campo, estavam duas das melhores seleções femininas do mundo: Brasil e Noruega. Nem assim as 26 mil pessoas que foram ao Estádio Olímpico de Tianjin se empolgaram. Silêncio durante grande parte da partida. Barulho (os gritos de óóóóó) só nos gols e em lances de perigo. No restante do tempo podia-se ouvir até mesmo as jogadoras no gramado e as instruções dos treinadores no banco de reservas. Lembrou-me de um Flamengo e Santos que fiz no Maracanã com portões fechados. A diferença é que no Rio de Janeiro a torcida ficou do lado de fora e, lá de dentro, conseguia ouvir os gritos de incentivo. Os chineses até sabem construir estádios. Falta aprender a animá-los.


No vídeo, depoimentos dos torcedores Rafael Souza, de 26 anos e Fernando Gouveia, de 20 anos, e da volante Daniela Alves, do Brasil.

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Ouro para Federer. Nas duplas...
por Leonardo Stamillo



Roger Federer ganhou a medalha de ouro no torneio de duplas ao lado de Stanislas Wawrinka. Eles derrotaram os suecos Thomas Johansson e Simon Aspelin por 3 sets a 1, em quase três horas de jogo.

Vi apenas o primeiro set. A quadra estava cheia. Era a última chance de ver Federer em Pequim, já que no torneio de simples ele foi eliminado.

Federer merecia a medalha. O ano não está sendo nada fácil para ele. Ganhou apenas dois títulos individuais. E foram conquistas sem expressão.

Que a medalha de ouro dê a motivação que Roger Federer parece precisar para dar a volta por cima.


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Tietagem Olímpica
Por Leandro Lacerda

Na faculdade aprendi que jornalistas não devem se envolver com a notícia. Não deu. Torci e muito na final dos 50 metros livre. César Cielo deu um show. Cruzou a piscina em 21 segundos e 30 centésimos, o novo recorde olímpico. O primeiro ouro da natação brasileira na história das Olimpíadas.


César Cielo ladeado pela família e pelos amigos.

Pensei várias vezes: vou ou não vou? Novamente não resisti. Fui lá tirar uma foto com nosso campeão.



A primeira medalha de ouro a gente não esquece.


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O homem mais rápido do mundo
por Leonardo Stamillo



O resultado não chega a ser uma surpresa. Usain Bolt venceu os 100m rasos e quebrou o recorde mundial, que era dele, com a marca de 9s69.

Mas não foi só isso. Bolt, antes de cruzar a linha de chegada, teve a frieza de bater no peito e olhar para a multidão. “Eu sou o cara”, parecia querer dizer.

Nós sabemos, Bolt, nós sabemos...

Em segundo chegou Richard Thompson, de Trinidad e Tobago e em terceiro Walter Dix, dos Estados Unidos.


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Era tênis, mas podia ser maratona
Por Leonardo Stamillo

A russa Dinara Safina eliminou a grande esperança chinesa de medalha no tênis, Li Na. Foram 2 horas e 10 minutos de jogo, para delírio da torcida. Safina jogará a final contra a compatriota Elena Demitieva, que eliminou a também russa Vera Zvonareva.



Na sexta-feira, Fernando Gonzalez, do Chile, eliminou o norte-americano James Blake e se classificou para a final contra Rafael Nadal. A partida durou 2 horas e 52 minutos. Foi um jogaço!



Eram partidas de tênis, mas foram maratonas.




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Blog

Bem-vindo aos bastidores olímpicos do Sistema Globo de Rádio. Neste espaço você confere as impressões dos cinco jornalistas da equipe de Esportes que estão em Pequim para reportar e registrar tudo o que de mais interessante e inusitado acontece no evento.

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